sexta-feira, 29 de junho de 2012

fiz mil quinhentas e trinta e seis coisas, to morta de cansaço mas é sexta e eu fiz! :D
verbo lindo, né? 'FAZER'

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Quando você se sente cansada e tudo que quer fazer é dormir mas sabe que dormir não adianta. Odeio estar assim, odeio pensar no Val e só lembrar como eu fiquei quando ele se foi, odeio ainda estar nesse clima de vestibular, odeio meus colegas de sala, odeio ter decorado as piadas prontas dos meu professores e ao mesmo tempo odeio odiar tudo isso.
Me sinto suja e fraca por simplesmente não relevar. Tenho tanta coisa boa agora na minha vida e dou graças a Deus por cada uma delas, mas dar graças a Deus não me faz sentir melhor em relação as outras. É uma coisa muito além dos outros, sou só eu. Só querer falar, querer cuspir umas palavras pra só parar de me sentir abafada e pesada.
To zonza, to dolorida, to cansada, to transbordando, tudo está girando. Girando no mesmo lugar mas sobre outras coisas mesmo parecendo as mesmas.

Mas to aqui, to deixando tudo aqui.
Não vou morrer de guardar, não vou morrer por tentar. Seja mais uma vez, seja outra vez.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Hoje eu abri o messenger e te procurei.



A sensação que veio depois disso doeu como um soco no estômago.

terça-feira, 5 de junho de 2012

And darling, darling

Nem sei porque mas chateei, chorei, descabelei.
Só pra marcar, só pra dizer.
Eu senti saudades, não foi de uma e nem de duas pessoas, mas de momentos.
Vontade de agarra aquilo de novo, de ter as risadas e cantar, de viajar, das vans, de ouvir todos eles tocando e até das fãzinhas loucas.
Foram tantas bandas e ninguém vai saber como eu chorei quietinha de orgulho quando via o progresso de cada uma delas, cada amigo meu.
Tudo acabou e parece que a ficha só caiu agora.
Uma parte se mudou, outra mudou-se e eu fiquei. E só eu fiquei.
Coração apertou e me desesperei e chorei, chateei, descabelei.

Foi Dz9, Hipnose, Net Set, Sinapse, Clarence Full Dead, Vienna. Foi Ribeirão, Bauru, Araraquara, Jaboticabal. Foi o mundo.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Conversa de botas batidas

O que te traz aqui de novo?
Não sei, o sentimento de ilusão novamente, talvez.
Mesmo sabendo que...
Sim, mesmo sabendo que somos todos feitos de ilusões.
E mesmo sabendo que pode estar apenas perdida?
Isso eu estou faz tempo
Não diga isso.
Digo apenas que sinto falta daquilo que não conheço
Anda uma menina de Clarices Lispector?
Não sei
Então o que sabe?
Que tudo é apenas uma ilusão
Como sabe?
Eu li
A onde?
Não interessa
Eu sei onde você leu, eu sei que se culpa por isso.
Eu sei também, mas não deveria ser o contrário?
Você tem sempre tantas questões
E estou cansada de não ter respostas
Então pergunte!
Não posso. Tenho medo!
Medo te leva a lugares estranhos, menina.
Eu já me tornei um desses lugares.
Eu sei.
Talvez precisemos de mais chá.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Let's dance to joy division and celebrate the irony.

So at my show on Monday
I was hoping someday
You'd be on your way to better things
It's not about your make-up
Or how you try to shape up
To these tiresome paper dreams
Paper dreams honey

Te vi, te conheci, te senti
Sonhei e realizei
E as coisas acontecem
Acontecem e se deixam levar
Na segunda, na terça
No dia que chegar
Me levando
Levando para coisas melhores

And at the show on Tuesday
She was in her mind see
Tempered firs and spangled boots
Looks are deceiving
Making me believe it
And these tiresome paper dreams
Paper dreams honey, yeah

quinta-feira, 10 de maio de 2012

epístola de anáfora.

Queria ter o braço do tamanho do mundo para abraçar todo mundo que me caiu pra longe.
Queria ter o abraço do tamanho do mundo para abraçar o meu mundo e não me faltar mais nada.
Abraçar o braço do mundo como quem não quer nada pois já tem o seu tudo, o seu absoluto.
O absoluto soluto que se dissolve na saudade e no carinho, no querer bem, no querer de volta.
Dissolve e embaça e some e não me deixa ver que o tudo-absoluto está alí de presença e não de visão.
Presente de sensação e presente de saudade pelo que nunca foi mas que ainda é.
Pois o tempo não me tira o que eu sou mesmo me fazendo uma outra a todo tempo e à um tempo qualquer.
Esse qualquer que me envolve em suas mãos e me faz sentir e ser aquilo que achava nunca ter.
Ter os braços e abraços de um mundo. De um absoluto. De você.